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  • Reliane de Carvalho

O mundo chora os acontecimentos... E você como se sente?

Atualizado: 28 de Abr de 2020

Sei que o momento que estamos a viver não é fácil. Sei que o mundo chora pela ausência de liberdade e pela vontade de que mude esta realidade...

Sim, o inesperado aconteceu, algo veio de repente e sem avisar e mexeu em todos os setores da organização do mundo, mexeu na saúde, na economia, na política, na classes financeiras de maior posse, nas de menor, e em todos os segmentos de produção, sem exceção. Toda a produção, toda a manifestação de vida sentiu o que de repente chegou e a nossa vida mudou. Todo o planeta sentiu o que veio e sacudiu cada um de nós, uns com maior movimento, outros com menos. Tudo depende do nível de consciência de cada um, e como cada um percepciona a realidade...

No entanto, aprendi com a vida, que quando não podemos mudar uma realidade, entrar em desespero de nada adianta, pelo contrário, impede-nos de pensar, de raciocinar e de realizar os movimentos necessários para criarmos estratégias e melhorarmos os passos da travessia. Portanto, sugiro que neste momento reflita sobre a necessidade de estar no tempo presente, viver o presente, o aqui e o agora. E se hoje nenhum de nós pode mudar o contexto do mundo, que cada um de nós tenha a sabedoria necessária para que diante dos movimentos devidos possa dar o seu contributo para que tudo isso fique mais leve. E cada um no seu contexto, se não entrar em desespero, se conseguir se manter no tempo presente, melhor pensará para alguma estratégia criar e minimizar de certa forma o impacto dos acontecimentos.


Sim, há coisas que não vamos conseguir mudar, as perdas, os prejuízos, as dificuldades financeiras geradas que talvez possam ser minimizadas mas não evitadas. Mas se nos centrarmos no que é positivo, se nos centrarmos nas coisas boas que temos, se pararmos para agradecermos, vamos perceber que às vezes não tomamos atenção ao tanto de coisas boas que temos, porquê estamos presos as emoções negativas.

Vamos perceber a importância de antes de nos queixarmos, lamentarmos, reclamarmos, ou ficarmos presos na energia do que perdemos ou deixarmos de ganhar, devemos agradecer a vida, porquê se estamos aqui e não partimos, como tantos que este vírus levou, já somos vitoriosos, já temos muito o que agradecer neste grande contexto de dor, de fome, de morte e de desespero...


Todos aqueles que já perderam tudo o que tinham alguma vez, todos os países que já passaram por guerras e se reergueram, todas as pessoas que já passaram fome e não morreram e depois construíram, sabem que enquanto há vida, há poder de superação, de reconstrução. Então não fiquemos presos a perdas financeiras, as dificuldades que estamos ou teremos que enfrentar e sim, vamos caminhar para a reconstrução. Vamos emanar energia de força, de esperança. E esta energia depende de algo muito importante, da crença positiva, da motivação, do poder de gratidão de cada um. Depende de acreditarmos que onde há vida há um grande poder de recomeço. Só não pode recomeçar quem já partiu e aqui não está! Pensemos nisso!


Reliane de Carvalho...

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